Conhecida
como a cidades das flores, JOINVILLE não é apenas a maior cidade do
Estado, mas também uma das mais bonitas.
Suas
belezas naturais são inúmeras. É uma cidade que vale a pena conhecer.
Com
forte influência germânica devido a colonização e, é palco de
muitas festas durante o ano, como a Fenachopp, a segunda maior festa de
origem alemã do país, realizada no mês de outubro e a Festa das Flores,
que em novembro embeleza a cidade inteira e deixando um aroma
inesquecível.
A cidade é também conhecida como a Capital da Dança, sendo sede da única
escola de dança do Balé Bolshoi fora da Rússia. Ao visitar
Joinville não
deixe de saborear os doces e chocolates caseiros.
Pode-se dizer que a história do município de Joinville tem início com o
enlace matrimonial da princesa Francisca Carolina, irmã do Imperador
Pedro II, e o príncipe francês François Philippe de Joinville, nos idos
de maio de 1843. Ao príncipe francês, como parte do dote nupcial, foi
conferida uma vasta extensão terras no nordeste da Província de Santa
Catarina que viria a constituir a atual cidade das Flores.
Devido às agitações políticas e manifestações
sociais que, em meados
do século XIX, pululavam no continente europeu comprometendo a
estabilidade e, em alguns casos, até mesmo a existência de determinados
regimes, o rei da França Louis Philippe, pai do príncipe do Joinville,
decide abdicar do trono. Tal atitude acaba por engendrar dificuldades de
ordem financeira para a família real. Sendo assim, o príncipe de
Joinville, que até então não havia tomado posse das terras catarinenses,
acha por bem arrendá-las à Sociedade Hamburguesa de Colonização, cuja
finalidade seria o assentamento de imigrantes europeus na região.
No ano de 1851, nos idos do dia 9 de março, a embarcação Cólon
aporta no Rio Cachoeira. Com ela chegam 118 alemães e suíços e mais um
grupo de 74 noruegueses. Desse modo, funda-se a Colônia Dona Francisca,
que, em 1852, passaria a se chamar Joinville, em homenagem ao príncipe
francês.
Em 1870, na expectativa de receber o casal real na cidade, foi
construído o "Palácio dos Príncipes" que, infelizmente, nunca chegou a
ser ocupado por seus verdadeiros inspiradores. Outra autoridade,
entretanto, veio a desfrutar do conforto do casarão colonial, o
procurador da Coroa, Frederico Brüstlein. Hoje em dia, a célebre Rua das
Palmeiras é reminiscência da Alameda Brüstlein, onde, em frente ao
Palácio, foram plantadas
duas fileiras de referidas árvores em homenagem
ao antigo procurador. Posteriormente, o sobrado foi transformado no
Museu Nacional de Imigração e Colonização, local onde se encontra
catalogado muito estimado acervo de peças sobre a colonização e
desenvolvimento da cidade.
Caso você esteja interessado na história escrita de Joinville, o
Arquivo Histórico Municipal é o lugar mais indicado. Lá poderá ser
encontrada, por exemplo, a coleção completa do "Kolonnie Zeitung"
(Jornal de Colônia), que circulou durante oito décadas em meio à
comunidade joinvillense.
Atrações
turísticas:
Turismo
Rural
Alameda Brustlein
Casa da Cultura
Casa Fritz Alt
Castelo dos Bugres
Catedral Diocesana
Mirante
Museu Arqueológico de Sambaquí
Museu de Arte
Museu da Bicicleta
Parque Expoville
Parque Zoobotânico